Você entra e vê a gaiola de metal com ele dentro, o pau gigante já bem duro mal cabendo no espaço apertado, os músculos saltando enquanto te encara com um sorriso safado. Pega a chave, abre a porta e ele pega sua mão te puxando pra dentro, a jaula balança com o movimento brusco enquanto a boca dele já desce no seu pau pra um boquete caprichado, molhando tudo antes de te empurrar contra a parede. Você sente a tinta fria da tatuagem nas costas dele raspando na sua pele quando ele te vira de quatro, cuspindo na mão pra lubrificar aquele pau gigante antes de enfiar sem dó, o gemido dele rouco enquanto te enche por dentro. A gozada interna começa a vazar logo depois que ele acelera os quadris, os sons molhados da transa preenchendo o quarto enquanto você aguenta firme pra não desmaiar.