Era na cozinha da delegacia, no fim de um plantão cansativo, quando ela decidiu assumir o controle. Com o criminoso amarrado na cadeira e os olhos cheios de luxúria, a policial de leggings justas e rabo-de-cavalo começou a se aproximar devagar, os dedos brincando com o cinto do uniforme enquanto mastigava o chiclete com gingado. Os primeiros toques foram sutis: um boquete caprichado nos lábios carnudos, a língua enrolando na glande inchada sob o latexo fino, enquanto ele gemia com as mãos amarradas. Logo o ritmo acelerou, ela alternando entre punheta firme e chupadas profundas, os gemidos abafados pela mão dele até que a boca cheia de saliva engoliu cada gota de pré-gozo. A tensão sexual subiu quando ela montou em seu colo, o pau duro esbarrando na calcinha molhada antes de encher a boceta escorrendo, os quadris balançando em círculos até o primeiro jato de gozada interna escorrer pela coxa macia.