Era uma tarde abafada de verão quando ela decidiu que não ia mais se segurar, os dedos brincavam com o pepino gelado na geladeira enquanto a cozinha vazia só ouvia o barulho da TV ligada. A bucetinha já pulsava de vontade, mal aguentando os toques que sabia que viriam, mas hoje não tinha nenhum negão grande por perto pra encher ela como ela implorava. O pau duro do vegetal entrou de primeira, empurrando devagar pra dentro daquela bocetinha molhada, os gemidos abafados na toalha enrolada no pescoço. Logo os quadris começaram a rebolar sozinhos, o pepino indo fundo cada vez mais rápido, a gozada interna escorrendo pelas pernas enquanto a mão livre apertava um peito livre. Mas não parou por aí, não, porque a safada sabia que o melhor ainda estava por vir: o pau artificial foi puxado pra fora com um som molhado e molhado, a ponta brilhando com sucos misturados, antes de ser enfiado com força no rabo trêmulo, os gritinhos ficando agudos enquanto o cu apertado se adaptava à invasão. Os dois orifícios finalmente relaxaram juntos, a gozada explodindo por dentro, a garota caindo de boca aberta no balcão, os restos de gozada escorrendo pelo queixo enquanto a câmera pegava cada detalhe sujo.